Cientistas Investigam Cérebros Cronicamento Traumatizados
Enviado por Giovana Tessaro | Pertence a Artigos, Cérebro Traumatizado | março 6th, 2012
Scott Johnson
Oakland Tribune
30/03/2011
Tradução Bernadete Alves Cordeiro
psicóloga brasiliense bacordeiro@gmail.com
O experimento foi projetado para monitorar o que acontece quando o cérebro humano absorve novas informações. O cientista-chefe, Bessel van der Kolk, presidente da Sociedade Internacional para Estudos do Estresse Traumático, quis verificar as diferenças entre cérebros cronicamente traumatizados e cérebros normais. Ele supôs que o cérebro detém a chave para as raízes e o tratamento de traumas graves.
O que Bessel van der Kolk e dezenas de outros cientistas ao redor do mundo continuam descobrindo poderia ter consequências de longo alcance para milhões de americanos, especialmente em Oakland, onde milhares de pessoas, muitas delas crianças, estão regularmente expostos a níveis crônicos de estresse e trauma.
Esta ciência está quebrando barreiras em diversas áreas tais como a neurociência, mapeamento cerebral, meditação e psicoterapia. Sem contar o valor científico, os resultados poderiam percorrer um longo caminho na direção da compreensão e tratamento de famílias e comunidades afetadas por assassinatos e violência.
Van der Kolk sabia que um cérebro normal faz duas coisas com novas informações. Ele gera um impulso como uma espécie de filtro, N½’200, uma “onda inibidora”, que permite que o cérebro se concentre nas coisas mais importantes. Então ele cria um impulso P½’300 que permite ao cérebro aprender com a experiência. Ele logo descobriu que pessoas traumatizadas não geram o a onda inibidora N½’200 e nem geram uma boa qualidade de P½’300.
“Este estudo mudou toda a minha compreensão a respeito do que é o trauma”, disse van der Kolk, “Trauma já não era sobre algo que aconteceu há muito tempo, era sobre a impossibilidade de se comprometer plenamente com o presente. Nada de novo estava chegando ao cérebro.”
A ciência em torno do trauma crônico está evoluindo rapidamente e em novos caminhos. Mesmo enquanto os cientistas descobrem novas evidências sobre o que está acontecendo no cérebro de pessoas cronicamente traumatizadas, estão surgindo novas técnicas intrigantes para lidar com os efeitos. Os pesquisadores estão concentrando suas energias mais intensamente em crianças nas quais o trauma precoce muitas vezes pode se tornar um obstáculo debilitante ao longo da vida; o tratamento precoce oferece a melhor chance de recuperação completa e eficaz.
“O trauma é a raiz de tudo nessas crianças”, disse Debra Wesselmann, co-fundadora do Centro de Apego e Trauma de Nebraska. “Suas redes neurais estão cheias de trauma, elas têm muito pouco de informação adaptável em seus cérebros.”
Grandes desafios
Cientistas e terapeutas acreditam agora que os efeitos a longo prazo de traumas na infância são mais profundos e preocupantes do que se pensava. “Um achado consistente após o controle do tamanho corporal e tamanho da cabeça foi que as crianças traumatizadas têm cérebros menores, em relação às crianças que não tenham sido traumatizadas”, disse Frank Putnam, diretor do Centro de Tratamento de Trauma de replicação do Hospital Infantil de Cincinnati.
Diversos estudos constataram que a substância branca, tecido do cérebro que faz conexões dentro da substância cinzenta rica em neurônios, está diminuída em crianças traumatizadas. Isso significa menos neurônios fazendo menos conexões – e fazer conexões é o que cria QIs mais altos.
Apenas o começo
Um estudo Putnam de 2010 descobriu que crianças abusadas sexualmente apresentaram níveis de cortisol acima do normal, um hormônio que pode salvar vidas em situações de emergência, mas que destrói tecido cerebral se em grandes quantidades. Traumas repetidos causaram o excesso de secreção de cortisol, e uma posterior falha do cérebro e do corpo na drenagem do hormônio.
O trauma pode até afetar a capacidade do cérebro em saber onde ele está no espaço físico. Um estudo canadense descobriu que uma parte do cérebro que confirma a existência física não estava ativa em pessoas traumatizadas.”Trauma é o resíduo do que essas experiências deixam em seu corpo”, disse van der Kolk. ”O Cérebros das pessoas muda por causa do trauma.”
Os efeitos disto são conhecidos: comportamento anti-social, entorpecimento emocional, agressão, violência e dissociação física e mental – as marcas, em outras palavras, dos estados emocionais dos muitos jovens traumatizados de várias cidades como Oakland e Richmond. O que a ciência está ajudando a decifrar agora é como isto funciona no cérebro. Experiências traumáticas, como tiroteios, estupros, roubos ou abuso emocional deixam uma marca na parte central do cérebro chamada córtex pré-frontal medial, o que ajuda a regular o nosso relacionamento com nós mesmos – auto-refletir, auto-observar e estabelecer relações sociais com os outros.
O trauma também turva as conexões entre os lados direito e esquerdo do cérebro, afetando a fala e as habilidades cognitivas. ”Essas coisas mudam o cérebro, que se torna cronicamente medroso, ou a nada teme, ou acha que a melhor coisa a fazer antes que alguém te machuque é machucá-los”, disse van der Kolk.
Chances de Cura
Um grande problema que os cientistas estão apenas começando a lidar é como muitas vezes as vítimas de trauma crônico são incapazes de escapar do ambiente traumático ao redor deles. Mas estudos recentes sugerem que há esperança.
Técnicas como a EMDR, neuro-feedback e até mesmo atenção e meditação são eficazes como ferramentas terapêuticas para pessoas presas em ambientes traumáticos. A EMDR existe a cerca de uma década, mas só agora está ganhando força nos tratamento complexo de transtorno de estresse pós-traumático. Estudos recentes em pessoas que receberam tratamento com EMDR mostram uma taxa de melhora de 91%.
A terapia trabalha através do acesso à memórias por meio de estimulação bilateral dos dois hemisférios cerebrais e, em seguida reprocessamento dos mesmos para tirá-los da carga emocional do trauma. Francine Shapiro, que foi pioneira no uso de EMDR, disse que há indícios de que vítimas de trauma construíram “resiliência”, através do tratamento.
Em um estudo, refugiados palestinos traumatizados que receberam a terapia EMDR foram interrompidos por outro trauma. ”A expectativa era que eles teriam que começar de novo”, afirmou Shapiro. ”Mas o que aconteceu foi resiliência”. O mesmo efeito de resiliência ocorreu em um estudo de 2009 em contadores de um banco alemão que tinha sido assaltados várias vezes com uma arma.
Outras ferramentas também animaram os neurocientistas recentemente. Van der Kolk teve resultados positivos entre as pessoas traumatizadas utilizando neuro-feedback, quando os pacientes são “realimentados” com imagens de sua atividade cerebral que correspondem aos seus estados mentais. Com treinamento, eles podem aprender como acessar as ondas teta profundas do cérebro que correspondem aos estados de tranqüilidade emocional e pensamento racional.
Van der Kolk está trabalhando com cerca de 50 crianças no Centro de Pesquisa de Trauma, em Boston. Ele disse que acredita que o tratamento de uma pessoa traumatizada em um ambiente traumático é similar a criação de “uma ilha de estabilidade” em torno da qual outros podem se reunir e pela qual eles possam aprender a lidar melhor. ”Eu acho que as 50 crianças que nós temos não são mais os futuros estupradores e assassinos da América”, disse ele em um simpósio em Los Angeles no início deste mês na cura do trauma.
A mais nova área de estudo, também pode ser uma das mais promissoras. Os neurocientistas, médicos e pesquisadores estão cada vez mais voltando sua atenção para uma área que budistas e filósofos têm estudado por mais de dois milênios: a plena consciência. O número de estudos de casos científicos de como a atenção pode ajudar vítimas de traumas tem crescido exponencialmente nos últimos anos.
Uma razão é que a atenção está cada vez mais sendo associada aos tipos de experiências positivas sociais e emocionais que as vítimas de trauma, muitas vezes já não sentem, o que os médicos descrevem como entorpecimento emocional.
Ruth Lanius, uma professora adjunta do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Western Ontario, tem estudado a consciência emocional e atenção no Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT) por vários anos, e encontrou correlação direta entre consciência e atividade cerebral. Usando exames de ressonância magnética, descobriu que quanto mais atentos seus pacientes eram, maior ativação apareceu em uma área do cérebro chamada córtex pré-frontal dorsomedial – uma região do cérebro envolvida na consciência reflexiva.
Há uma boa razão para todo esse interesse nas ciências do cérebro e sua influência sobre a jovens traumatizados. Por um lado, é relativamente barato: “Sabemos mais sobre como o trauma afeta crianças do que sabemos sobre a esquizofrenia ou mesmo o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) , ou mesmo transtorno bipolar”, disse Putnam. ”É uma área onde a recompensa dos montantes menores tem sido bastante dramática”.
Surge um consenso entre terapeutas que crianças traumatizadas estão sendo medicadas em excesso. Só no ano passado, as crianças americanas consumiram 16,3 bilhões de dólares em medicamentos anti-psicóticos. Pesquisadores como van der Kolk e outros dizem que esses medicamentos estão destruindo a capacidade das crianças de se enquadrar no mundo: “Aposto que metade das crianças que tomam esses medicamentos nunca serão membros funcionais da sociedade”, disse ele. ”É uma catástrofe nacional”.

Tags: Cérebro Traumatizado
A Depressão Rouba o Desejo
Enviado por Giovana Tessaro | Pertence a Depressão Rouba o Desejo | fevereiro 26th, 2011
Apesar de se falar cada vez mais em depressão, um ponto essencial parece incompreendido: a depressão rouba o desejo. O desejo quase ausente ou diminuído revela diferentes níveis da doença. Isto é até sabido por muitos, mas frequentemente esquecido no dia a dia, trazendo mais inconvenientes para quem sofre da depressão e para aqueles com quem convive.
É comum que o próprio doente se veja como um inútil por fazer menos do que já desejou, sem a autonomia para alterar seus comportamentos e sentimentos. As pesquisas que revelam alterações bioquímicas e metabólicas na atividade cerebral ainda são pouco difundidas. Assim, o pré conceito que vê o sujeito como capaz de comandar sua vontade simplesmente escolhendo isso, supera o conhecimento científico, reforçando os prejuízos de autoestima do deprimido: “Inútil! Vagabundo”.
Já vi casos em que o doente não se percebendo com depressão, sem conseguir mais ser o que era apesar de tentar e com vergonha de si mesmo, tenta o suicídio. Quando o suicídio falha e vem a ajuda de profissionais da área de saúde e o diagnóstico da depressão, surpresa: “Então o que eu tenho é uma doença?! Dá pra tratar?!”
Junto aos rótulos de “vagabundo” e “inútil” é comum também ouvir “o que te falta é força de vontade!”. Interessante que quem diz isso não se dá conta do que fala: se o que falta é “força de vontade” como ter vontade se ela falta? É o mesmo que saber que um carro está sem combustível e querer que ele ande! É o desejo que nos move! Sem desejo não há vida!
A bioquímica cerebral é alterada na depressão. Uma vez que o cérebro é nosso quartel general, se ele não vai bem todo o corpo sofre as consequências. A bioquímica cerebral está intimamente ligada com nossos hormônios. Nossos hormônios correm o corpo, inundam nossos sentidos, por isso, as sensações durante a depressão são muito diferentes. Não se vê mais a beleza que se via, o mundo fica meio cinza. Músicas não trazem mais vontade de dançar. A comida perde o gosto ou serve pra preencher um vazio, tentar matar ansiedade. O corpo fica pesado mesmo que você emagreça… Os movimentos parecem não ter tanta precisão, respirar é difícil. A relação com o tempo muda: “pra sempre” ou “nunca mais”. Tudo leva mais tempo e nessa lentidão do tempo o que ocupa o espaço são pensamentos negativos, culpas… Lembranças tristes ocupam o presente. Regiões frontais do nosso cérebro responsáveis por perspectiva ficam pouco ativadas, por isso, não se consegue projetar futuro. Faltam a esperança e a fé!
E todo este inferno interior costuma mudar pouco por fora: o semblante desanimado, a falta de cuidados pessoais e desleixo. Muito diferente de feridas expostas que disparam a compaixão e cuidado de quem vê.
A depressão é uma doença complexa que não tem cura simplesmente saindo com os amigos para tomar uma cerveja ou dando uma voltinha no shopping, isso é coisa de gente que não tem depressão. Imagine sair de casa para trabalhar, alguém que está bem pode pensar: “se preciso sair, vou sair!!” Mas quem tem depressão diz: “como é que eu vou fazer pra sair da cama…”. Pra entender melhor, imagine que você recebeu dose de alguma droga que altere seus sentidos e precise sair para um compromisso. Você vai simplesmente “sair” de casa?
Outra coisa comum que se diz a quem tem depressão: “você tem que querer melhorar!” A depressão rouba o desejo, portanto, se o paciente quiser querer melhorar já está no lucro. Se você agir com quem tem depressão de maneira coerente com o fato de que o desejo está diminuído, reduzirá a sensação de impotência de quem está neste estado. Se você tem depressão, lembre que é uma doença e você precisa de tratamento.
Também é comum que se diga que a pessoa precisa fazer exercícios físicos pra melhorar. Se o nível da depressão permite isso, ok! De fato a pessoa perceberá difereças ao longo do tempo. Mas há casos, em que o movimento é praticamente impossível. Para estas situações especialistas em RPG (reeducação postural global) e Rolfing podem ajudar, pois demandam movimentos mínimos do paciente e mais movimento de si mesmos para trabalhar o corpo. Os benefícios incluem melhora da consciência corporal, postura, respiração, movimento, liberação de tensões entre outros.
Para tratar a depressão é indispensável o acompanhamento de um psicólogo e de um psiquiatra. Com o psiquiatra haverá suporte medicamentoso e com o psicólogo, especialmente se usar o EMDR, Brainspotting ou SE, a modificação das conexões cerebais, melhora da neuroplasticidade e, por consequência, o reencontro com o desejo. Estes profissionais poderão fornecer informações para o paciente e para a família sobre como lidar com a doença em seus diferentes níveis.
Abaixo, um trecho da comunidade “Como Lidar com o Depressivo” do orkut. (http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=1482765&tid=2475425347607866539&start=1)
“Manual de Convivência com o Depressivo
Não vou falar sobre os vários tipos de depressão, mas sim sobre os vários estágios da mesma.
1) A pessoa começa a apresentar os sinais. Cansa-se facilmente, demonstra desinteresse pelo que antes gostava, dorme demais (ou de menos), fica irritadiça, não quer sair de casa e fica mais calada do que de costume.
Alerta: Não espere mais do que 2 semanas se vc perceber esses sintomas. A depressão é um quadro que se agrava. Sugira uma consulta a um psiquiatra.
No psiquiatra: Peça um diagnóstico exato, pergunte para que servem cada um dos remédios que ele receitar, de que forma ele imagina que aqueles remédios possam ajudar a pessoa e quais efeitos colaterais, pela experiência dele, são mais comuns. Pergunte também sobre quais efeitos colaterais ele julga importante que lhe sejam informados, mesmo antes da próxima consulta, para você ficar de olho. Não se impressione com a bula dos remédios. Procure um psiquiatra de confiança e dê a ele um voto de confiança.
Em casa: Não questione o comportamento da pessoa. Não seja invasivo. Proporcione privacidade. Certifique-se que ela toma os remédios conforme a prescrição.
2) A pessoa perdeu o apetite, vem emagrecendo, o comportamento dela já mudou há tempos e vc achava que era só uma fase. A pessoa mostra-se cada vez mais desiludida com a vida, pára de estudar ou trabalhar, etc.
Alerta: A depressão não começou agora. Leve-a a um psiquiatra imediatamente. É importante relatar DESDE QUANDO vc se lembra que ela começou a agir de forma diferente. Provavelmente, a depressão já não está mais no estágio inicial. Como a maioria dos anti-depressivos costuma levar algumas semanas para agir, questione o psiquiatra sobre a necessidade de algum tipo de tranqüilizante ou outro tipo de remédio, para que a pessoa possa aguardar com segurança o início da atuação do anti-depressivo. Mantenha-se vigilante. Siga todos os passos indicados no item No. 1.
3) Além dos sintomas descritos nos itens 1 e 2, a pessoa começa a apresentar idéias ou comportamentos suicidas. Ou, pior, ela começa a se mostrar fria, com os olhos distantes, como se estivesse pensando em qualquer outra coisa menos o que vc está conversando com ela. Mesmo calada, vc observa um olhar vítreo, como se nada mais a abalasse.
Alerta máximo: A pessoa está sob risco de suicídio. Leve-a imediatamente (ou tão logo seja possível) a um psiquiatra, explique detalhadamente o que está acontecendo. A prescrição deve conter remédios paliativos (talvez anti-psicóticos e tranqüilizantes) além dos anti-depressivos, embora somente o psiquiatra possa analisar essa necessidade. Esteja informado, porém. A pessoa pode precisar de observação contínua. Mantenha objetos perfurantes ou cortantes longe do alcance da pessoa.
Em casa: Não cobre reação alguma. Nesse estágio, até mesmo demonstrações de amor podem soar como uma cobrança e fazer a pessoa sentir-se culpada de estar “incomodando”, ou ter-se tornado “um fardo”. Seja carinhoso, exercite sua paciência ao extremo. Comunique-se com o psiquiatra com freqüência, via telefone ou por qualquer outro meio, se vc suspeitar de algo anormal.
Lembre-se: Mesmo a pessoa mais decidida a tirar a própria vida emite sinais dúbios. Aprenda a reconhecer um pedido de ajuda, mesmo que implícito. Informe-se sobre o assunto.
Finalmente: Pode até ser, e se for, melhor, mas em qualquer estágio, NUNCA imagine que a depressão VAI PASSAR sozinha.
Principalmente nos dois primeiros itens, considere com o psiquiatra a necessidade de terapia adicional, com um psicólogo, se vc tiver condições.
Se não, faça de tudo para que a pessoa sinta-se confortável. Quando conversar, que seja sobre amenidades. Acostume-se, nesse período, a conversas unilaterais, monólogos mesmo. Não fique chateado. É sempre muito importante manter a pessoa ligada à realidade. Não coloque expectativas de cura, muito menos as imponha. Diga apenas que vc estará lá, para o que der e vier.
By -Rafael Rodrigues ” (Comunidade, Como Lidar com um Depressivo, ORKUT)
A Depressão Rouba o Desejo – por Giovana Tessaro www.giovanatessaro.com.br

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Dicas para planejar e organizar o ano
Enviado por Giovana Tessaro | Pertence a Planejamento Anual | janeiro 11th, 2011
O início do ano é uma época inspiradora para estabelecer metas. Você pode fazer um planejamento incluindo todas as áreas da sua vida ao longo do ano: amorosa, financeira, social, familiar, profissional, espiritual, saúde e bem estar. A vantagem deste tipo de planejamento é que a integração de diferentes áreas de nossas vidas fortifica o que somos: seres humanos com diferentes necessidades que se interrelacionam para nosso desenvolvimento. No entanto, um planejamento abrangente nem sempre dá certo para quem não é acostumado com agenda e prazos. Nestes casos, é necessária a familiarização com o controle e com a disciplina. Continue lendo aqui »

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Curiosidade Mórbida
Enviado por Giovana Tessaro | Pertence a Artigos, Curiosidade Mórbida | dezembro 11th, 2010
Curiosidade Mórbida
Reflexões sobre relações de ajuda e de abuso
Já me cansei de gente gastando tempo em querer saber dos acertos e desacertos da vida alheia. Nisso, o verdadeiro e o falso não importam, o que importa é uma assunto distante da vida real do curioso, é uma notícia da queda do outro.
Se o outro não caiu de fato… não importa, o que importa é o cheiro de sangue “do ferido”. É a perda de vida que o curioso busca. Assim, se sente ilusoriamente acima, sem ver a posição que cria na relação com o outro: um urubu buscando mortes… Continue lendo aqui »

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Quando a relação a dois chega ao fim
Enviado por Giovana Tessaro | Pertence a Artigos, Fim da Relação a dois | dezembro 6th, 2010
Quando a relação a dois chega ao fim
E só então você percebe que ela nunca existiu… Continue lendo aqui »

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